sábado, 11 de setembro de 2010

Matheus e tantos outros

Recentemente tenho recebido emails informando a importancia da doação de medula óssea. Eles são da Angelita, mulher que conheço pessoalmente. Assim como seu filho Matheus, que está com Leucemia Mielóide Aguda, um tipo de leucemia muito raro em crianças. Ele tem 5 anos e está em tratamento em São Paulo, desde junho. Já fez dois ciclos de quimioterapia e precisa de um transplante de medula óssea. As chances de se encontrar um doador compatível são de uma em cem mil.
Muitas pessoas pensam que lhes será retirada um pedaço. Nada disso, a medula se renova. Para o doador, será um incomodo passageiro. Para quem precisa, vale a vida! 
O procedimento é o seguinte: Vc deve se dirigir ao Hemocentro de sua cidade [aqui é o Hemopa ] e colherão uma amostra do seu sangue. Após análise, se vc for compatível, será chamado novamente. A doação é um procedimento que se faz em centro cirúrgico, sob anestesia peridural ou geral, e requer internação por um mínimo de 24 horas. Nos primeiros três dias, após a doação, pode haver desconforto localizado, de leve a moderado, que pode ser amenizado com o uso de analgésicos e medidas simples. Normalmente, os doadores retornam às suas atividades habituais depois da primeira semana. 
Para doar, você precisa ter entre 18 e 55 anos de idade e estar em bom estado geral de saúde (não ter doença infecciosa ou incapacitante).

Conheça um pouco mais da história dele pelo orkut: Matheus Correa. 

Espero que vc tenha entendido um pouco mais da importancia da nossa contribuição. Podemos ajudar não só o Matheus, mas muitos outros que estão nessa situação. 
Eu e minha família desejamos ao Matheus e toda sua família, muita força e renovação da fé no Deus que cremos, que tudo pode. Contem conosco, eu e minha mãe iremos ao Hemopa esta semana. Temos orado pelo Matheus, pela renovação de sua medula, como ele mesmo fala nos vídeos. 
Abraço, Daniel e Angelita!

sábado, 4 de setembro de 2010

Veríssimo & Ventura


" - Aqui que vai ser a palestra do Luis Fabiano?
- O jogador?
- Luis Fernaando Veríssimo, gente! O escritor!"
Apenas ri desse breve diálogo que escutei, enquanto me esticava pra ver o Veríssimo entrando em companhia do Zuenir Ventura para iniciar o bate - papo.
Na última sexta, saí de casa e fui à XIV Feira Pan-Amazônica do Livro para ouví-los. O Veríssimo já conheço de longa data, tenho diversos livros e gosto da escrita dele. Ele me iniciou nas cronicas, até hoje não resisto a um livro de textos curtos. Estava esperando conhecer um pouco mais do Zuenir, nunca li um livro dele, mas preciso ler para um trabalho na faculdade.
E a conversa deles foi descontraída. Passou por amizade, humor, literatura, política e etc. O Veríssimo começava a responder uma pergunta e divagava, parando pra lembrar o questionamento. Enquanto o Zuenir falava mais, soltando incontáveis "quer dizer" em seu discurso.
Falavam de nomes da nossa literatura com tanta naturalidade! Meus amigos Fernando Sabino, Rubem Braga, Rubem Alves, Ziraldo. Este último, muito ciumento, segundo o Zuenir.
Ambos são formados em Jornalismo. Só consigo gostar mais e mais desse curso. Mas pasmem, eles contaram que não gostam de escrever! E quem disse que escrever é fácil, né? Ah, outra informação que eles deram: Qualquer twitter em nome deles é falso, gente! "Twitter? Que é isso mesmo?!" O Luis desconhecia a rede social! :P
Sabe, foi uma palestra de quase duas horas, mas eu poderia jurar que passei apenas 15 minutos ali, tentando absorver alguma coisa do que viveram no passado, do que vivenciam no presente e do que eles pensam do futuro.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Eu bem artista

Hoje parei pra pensar em todos os personagens que já representei. Nunca gostei e nem soube atuar, mas como estudei em escola pequena (algumas salas com 6,5,2 alunos...) sempre participei de peças muito toscas bem elaboradas.

Nem todas foram registradas. Tipo quando eu fui uma caipira que trocava uma ideia com o Saci. (Semana do Folclore ¬¬) Mas as que foram, faço questão de colocar aqui e ser zoada compartilhar.


Eu fui a bruxa da Branca de Neve.
Uma bem alegre, olha aí.
(E o meu amigo, que foi o espelho da bruxa? É ruim? E a outra, que era a árvore? Pois é.)
Bom eu não consegui o papel da Branca de Neve por motivos óbvios.
Era a Branca de Neve. Tem que ser muito branca, mesmo.



Peça de Natal... Eu sempre era a Maria e o meu
amigo José era... o José. (Nota-se o boneco feio
enrolado em uma toalha estranha). Até que no
último ano me revoltei e pedi pra não ser a Maria.







Acabei interpretando outros elementos como um dos reis magos e até a estrela cadente. Cada um da turma era um bichinho do estábulo. Eu sobrei e fiquei com essa roupa amarela ridícula.







E uma das mais engraçadas, mãe de família.
Dei remédio, ajudei com tarefa de casa, dei
castigo, fiz almoço, briguei com o "marido" e
recebi presente dos filhos e flores do "marido".







Co
ntinuando a falar da
minha versatilidade (Ahan, tá):
Já fui professora, discursei sobre
a importância da democracia e
usei os óculos da vovó.



Isso é só um pouco da minha intensa carreira artística (Êêêê) Ainda tem as inúmeras apresentações musicais. Mas aí é mico demais.


Beijos ;*

P.S: A Iaci Gomes acaba de me lembrar meu mais recente papel. Tiete favelada do Augusto, em 2009, em pleno curso superior. Não tenho as fotos no momento. Quando encontrá-las não vou postar mesmo, pq é muito #tenso