quarta-feira, 17 de junho de 2009

Perca um livro

Bom, passada toda a confusão de roubo, de gripe e de prova de Teorias da Comunicação, aqui estou com um post que estava querendo fazer há tempos.

É sobre o projeto Perca Um Livro. Ele não surgiu aqui, se baseia no Book Crossing e a idéia é a seguinte: Você perde um livro de propósito, pra passá-lo adiante. O que torna um pouco mais divertido, digamos assim, é a possibilidade de rastrear o livro 'perdido'.

Ao se cadastrar no site, você pode cadastrar o livro que irá 'perder' ou 'libertar', imprime uma etiqueta, ou escreve as instruções na contra capa, juntamente com o número de cadastro do livro. A intenção é que quem o ache, entre no site, informando o paradeiro do livro. Lógico, que muitos donos jamais sabem o paradeiro de seus exemplares, mas a idéia promovida é essa: de desprendimento e de contribuir para o acesso a leitura.

Pra facilitar, já foram criadas até Zonas Oficiais de Libertação. No Brasil, existem sete OBCZs - Official Book Crossing Zones: em São Francisco Xavier/SP (Biblioteca Solidária), em São Paulo/SP (Casa das Rosas, Creperia Central das Artes e Salommão Bar), no Rio de Janeiro/RJ (Lunático Café ), em Curitiba/PR (Ricota Restaurante ) e em Porto Alegre/RS (Café Bonobo).

As OBCZ são espaços abertos ao público (tais como cafés, lojas, restaurantes, hotéis, escolas, bibliotecas, etc.) reconhecidos pelos membros do movimento como local de libertação de livros registados no BookCrossing, mediante autorização do gerente ou proprietário do estabelecimento. Por serem oficiais, estes locais possuem geralmente uma prateleira ou uma estante específica para os livros e encontram-se identificadas com cartazes alusivos ao movimento. É frequente esses espaços funcionarem também como ponto de encontro de bookcrossers.


Eu, particularmente ainda não tive coragem de fazer isso, mas é uma idéia e que me agradou bastante. Como eu gostaria de encontrar livros assim, por aí...

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Férias o/


Minhas férias, desde que eu me entendo por gente - até mesmo antes, segundo o que minha mãe me conta - são passadas em Soure. Essa foto é de 2007, última vez que fui pra lá. Desde então, nada de praia... 2008 foi ano de convênio e de muitas coisas tbm... Então, imaginem que a minha habitual expressão de 'Soure, de novo?!', esse ano foi substituída por 'Soure?! Graças a Deus!'. Melhor que nada, hã?

Gosto de lá, porque tudo desacelera. Acordo tarde pra ir à praia, - Tá, também acordo tarde pra ir à faculdade, mas vocês entenderam :P - tomo café com leite e pão com queijo do marajó, percorremos o loongo caminho até a praia, passando por pastagens, igarapés, sol nas folhas das árvores... A praia em si, sem comentários, nos recebe como quem espera um ano todo para isso. E o peixe frito como almoço, então? Na volta, aquele cansaço gostoso e depois, um pôr-do-sol na pracinha. Aí então, as noites estreladas e arejadas...

Pois bem, julho esse ano será muito bem recebido e aproveitado, creio eu. Planos já tenho aos montes, nada concreto ainda. Falando em concreto, nesse semestre que está findando, muita coisa não foi concreta.

Algumas certezas, algumas pessoas, algumas palavras, alguns risos e algumas lágrimas.

A todo momento, eram surpresas. Boas ou más, tanto faz agora. Eu quero só agradecer ao pessoal que me proporcionou felicidade concreta nesses 6 meses. Lógico que não vou citar nomes, corro o risco de ser injusta com alguém. Mas quem se encaixa nesse agradecimento, vai saber através do meu grau de carinho (:

Acho que é só, já estou desacelerando, de qualquer forma.

P.S: O único fator que me deixa ansiosa para o post de pós-férias, é a curiosidade ao pensar ' O que será que eu terei pra contar? ' :D

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Post comemorativo

Hoje é meu aniversário. Aquela coisa de "bolo e guaraná, muitos doces pra você"

O dia ainda nem acabou, mas vários amigos já demonstraram carinho de maneiras tão especiais, que me deixaram com a bochecha doendo de tanto rir.

Começou de madrugada, com a ajuda de amigos na webcam. Hoje pela manhã, acordei com minha mãe e meu irmão cantando parabéns. Me arrumei e fui fazer minha prova na faculdade. No caminho do ponto de ônibus, tenho tempo de olhar as árvores e orar. Minha oração hoje foi : "Hoje é um dia Teu, e não meu. Fala comigo. De nada vai adiantar, em nada será especial, se eu não ouvir Tua voz."

Não prolonguei a oração porque me distraí. Mas pra Ele, já foi o suficiente. Assim que subi no ônibus, sentei-me ao lado de um senhor. Em um certo ponto da viagem, nos deparamos com um engarrafamento totalmente fora dos planos. Então, o seu Normando - como descobri depois - começou a falar sobre esse recente acidente de avião. Disse que não entendia o porquê da criancinha de meses que estava a bordo ter morrido. Por qual motivo Deus permitia algo assim?

" Não sou religioso, não... Mas sabe, vou contar um relato aqui pra ti. "E começou a contar uma história, de um jeito calmo, como os avôs contam: Um casal evangélico resolveu viajar com seus dois filhos para o RJ, de carro. Em Goiás, sofreram um acidente e as duas crianças, de 7 e 4 anos, morreram. A mãe ficou em estado de choque durante 3 dias, sem comer, beber, ou fazer coisa alguma. No 4° dia, ela levantou-se bem, renovada. Disse que havia falado com Deus. E que Ele lhe contou que havia resgatado o que era dEle. As crianças não pertenciam a ela, e sim a Ele. E que ela seria restaurada.

Enquanto contava, ele parou diversas vezes, contendo o choro. Não sei porque, mas ao falar tudo aquilo pra mim, ele mesmo se tratou e respondeu seus questionamentos. Ele mesmo concluiu que essa era a resposta. Eu apenas ouvi. O engarrafamento era tamanho, que ainda deu tempo dele discursar a respeito de amor ao próximo e a Deus.

Desci do ônibus emocionada com o Deus maravilhoso que eu sirvo. O parabéns mais especial, eu já recebi. Pra completar,ao abrir a porta da sala, mais uma demonstração de carinho dos meus amigos. E uma prova absolutamente fácil de Teorias da Comunicação! Sinceramente, só falta chocolate agora! ;)